A tecnologia hoje permite que quase qualquer indivíduo publique o que deseje, e não deveria ser a intenção dos responsáveis na restauração do Senhor suprimir os direitos individuais de expressarem-se (a não ser, é claro, que tais expressões sejam pecaminosas, heréticas ou divisivas). Alguns santos têm o desejo de escrever histórias da igreja, produzir materiais para crianças, gravar músicas e, até mesmo, dar e publicar mensagens. Sem muito esforço, essas coisas podem ser reproduzidas por diversos meios e amplamente distribuídas, especialmente por meio da Internet e de CDs e DVDs. Mas o fato de essas publicações poderem ser produzidas e distribuídas não lhes deve dar mais credibilidade entre as igrejas do que qualquer outro item que possa ser publicado hoje em âmbito secular ou religioso. Trata-se apenas de outras publicações, nas quais nossos irmãos e irmãs podem ou não estar interessados. Elas não fazem parte da única publicação na restauração do Senhor e não são necessariamente benéficas para o bem espiritual dos santos em nosso meio. As igrejas, por meio dos presbíteros, deveriam ser educadas a entender esse assunto, e os santos e as igrejas precisam discernir o valor dessas publicações para si mesmos. Como pastores do rebanho de Deus (1 Pe 5:2), os presbíteros em todo lugar deveriam ter um cuidado adequado pelas igrejas com respeito às publicações e deveriam guardar o rebanho de coisas que possam causar danos (At 20:28-29). Uma vez que as igrejas não se tornem plataformas para a disseminação dessas publicações, tais publicações não deveriam tornar-se problemas de discussão entre nós.
Finalmente, todas as igrejas e santos em todo lugar devem entender que a questão da única publicação não é um assunto da fé comum, mas é algo relacionado com o único ministério na restauração do Senhor. O ministério é o soar da trombeta entre nós na restauração do Senhor e não deve haver qualquer toque incerto dessa trombeta, como disse o irmão Lee em diversas ocasiões. Contudo, a única publicação não deve tornar-se a base de aceitarmos ou rejeitarmos qualquer pessoa na comunhão da fé ou na comunhão das igrejas; não se deveria insistir nisso como se fosse um item da fé. Se alguém não estiver inclinado a ser restringido a uma única publicação, tais pessoas ainda são nossos irmãos; ainda estão nas igrejas locais genuínas. Gostaríamos de concluir com as seguintes palavras do irmão Lee e desejamos recomendar que o contexto inteiro dessas palavras seja lido no livro Unanimidade para o Mover do Senhor – Treinamento de Presbíteros – vol. 7, págs. 93, 95:
A tecnologia hoje permite que quase qualquer indivíduo publique o que deseje, e não deveria ser a intenção dos responsáveis na restauração do Senhor suprimir os direitos individuais de expressarem-se (a não ser, é claro, que tais expressões sejam pecaminosas, heréticas ou divisivas). Alguns santos têm o desejo de escrever histórias da igreja, produzir materiais para crianças, gravar músicas e, até mesmo, dar e publicar mensagens. Sem muito esforço, essas coisas podem ser reproduzidas por diversos meios e amplamente distribuídas, especialmente por meio da Internet e de CDs e DVDs. Mas o fato de essas publicações poderem ser produzidas e distribuídas não lhes deve dar mais credibilidade entre as igrejas do que qualquer outro item que possa ser publicado hoje em âmbito secular ou religioso. Trata-se apenas de outras publicações, nas quais nossos irmãos e irmãs podem ou não estar interessados. Elas não fazem parte da única publicação na restauração do Senhor e não são necessariamente benéficas para o bem espiritual dos santos em nosso meio. As igrejas, por meio dos presbíteros, deveriam ser educadas a entender esse assunto, e os santos e as igrejas precisam discernir o valor dessas publicações para si mesmos. Como pastores do rebanho de Deus (1 Pe 5:2), os presbíteros em todo lugar deveriam ter um cuidado adequado pelas igrejas com respeito às publicações e deveriam guardar o rebanho de coisas que possam causar danos (At 20:28-29). Uma vez que as igrejas não se tornem plataformas para a disseminação dessas publicações, tais publicações não deveriam tornar-se problemas de discussão entre nós.
ResponderExcluirFinalmente, todas as igrejas e santos em todo lugar devem entender que a questão da única publicação não é um assunto da fé comum, mas é algo relacionado com o único ministério na restauração do Senhor. O ministério é o soar da trombeta entre nós na restauração do Senhor e não deve haver qualquer toque incerto dessa trombeta, como disse o irmão Lee em diversas ocasiões. Contudo, a única publicação não deve tornar-se a base de aceitarmos ou rejeitarmos qualquer pessoa na comunhão da fé ou na comunhão das igrejas; não se deveria insistir nisso como se fosse um item da fé. Se alguém não estiver inclinado a ser restringido a uma única publicação, tais pessoas ainda são nossos irmãos; ainda estão nas igrejas locais genuínas. Gostaríamos de concluir com as seguintes palavras do irmão Lee e desejamos recomendar que o contexto inteiro dessas palavras seja lido no livro Unanimidade para o Mover do Senhor – Treinamento de Presbíteros – vol. 7, págs. 93, 95: